Grupo 2 2018-1

De Projeto Paisagístico
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Era pra ser praça

OBJETIVOS

● Investigar e conhecer sobre os espaços ditos praças originários de cruzamentos de grandes vias

● Comparar as diferenças e semelhanças entre cada um desses lugares

● Perceber a divergência do que seria a tipologia de praça com a prática de praça na cidade de Belo Horizonte

● Levantar referências de projetos e estudos relativos ao desenho urbano de cruzamentos e espaços públicos

● Propor de maneira crítica atualizações das praças escolhidas no decorrer do trabalho

PROPOSTA

● Imaginar as ditas “praças” como locais que tenham de fato o protagonismo dos pedestres, sendo o ponto principal a questão do uso efetivo do espaço público, a qualidade e disponibilidade do verde no espaço urbano, a mobilidade e as ofertas de comércio a nível da rua, levando em consideração as especificidades de cada praça.

● Usar de elementos da paisagem para chegar a um resultado que de fato produza um impacto positivo sobre as áreas estudadas, sobretudo no que diz respeito aos pedestres, reconsiderando a ideia de praça que percorre o imaginário coletivo.

CONCLUSÃO

Para além das comprovações da dificuldade e da lógica de planejamento da cidade de Belo Horizonte em função de privilegiar os automóveis, o trabalho nos ajudou a perceber algumas das várias possibilidades de se intervir nos ambientes urbanos colocando como destaque os pedestres, levando no limite e propondo intervenções de grande impacto no que diz respeito ao fechamento de ruas importantes em cada praça.

Foi possível apreender também a força que um jogo de imagens e colagens retém em si, revelando novas possibilidades, jogando com o imaginário das pessoas. Tal jogo é utilizado como um atributo contemporâneo das sociedades visuais para comunicar cenários críticos, imagéticos, mas ainda possíveis em algum aspecto.

Destaca-se também a noção crítica de um certo conservadorismo do tipo de intervenção proposto, muito embora de impacto e escala maiores do que os já apresentados na cidade. O andamento do trabalho, contudo, desde sua fase embrionária, talvez apontasse para o vício do arquiteto em intervir de maneira muito veemente e, talvez por isso, não foi percebido esse caminho anunciado, a não ser quando se observou o produto final.

Essa é apenas uma das frentes e possibilidades de intervenção na paisagem urbana, destacando o uso comercial das fachadas imediatas às ruas das praças de fundamental importância para plenitude do funcionamento desses espaços públicos e, ainda, percebendo a inter-relação entre comércio e ruas exclusivas para pedestres.

Como crítica final, talvez por falta de repertório ou contato com esse tipo de intervenção, o trabalho resultou, de certa maneira, na reprodução da lógica urbana vigente desde o modernismo, ainda que tenha sido feita com o máximo de investigação e reflexão por parte dos membros do grupo.

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